DICA DO POETA-EDITOR

Há um expressão popular que diz: “Pau que nasce torto morre torto”

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EVAN DO CARMO

Tenho tentado, sem muita presunção ou esperança, ensinar aos novos, como devem se comportar publicamente, com relação à nobreza da poesia.

Contudo, estes escrevem seus nomes, “poeta fulano” em suas lápides vaidosas, como em lagos de Narciso, com a expectativa certa de que mais alguém, além deles os vejam e lhes prestem homenagens…

Escrever deve ser um ato silencioso, “as grandes ideias viram grandes eventos” , sobretudo se forem bem elaboradas, maturadas e dado à luz em tempo auspicioso.

Circula em voga mundial, um tema universal, a pirotecnia do verbo lascivo, livros e poemas sensuais, mas o tons de cinza ou mesmo os mais escuros, como tentam se reescrever, não serão revisitados no futuro, a não se por outra geração de cabeça oca como a que subsiste à nossa contemporaneidade….

Percebemos este fato, que ora descrevo, quando estes mesmos poetas ou textos são crivados por profissionais de alta estirpe e credibilidade, estes não passam de expressões infantis, expressões que não condizem com a realidade de toda pompa e propaganda que se faz do poeta e de sua poesia…

Discordo de tudo que é popular. Pau que nasce torto pode ser endireitado, todavia para que isso ocorra se faz necessário que se queime o pau e realinhem as suas cinzas. Isto se faz com humildade, discrição e estudo.

Evan do Carmo

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