“Ninguém escreve bem a vida que não viveu.”

Às vezes pensou: “Estou condenado a viver de poesia, fazendo poesias, publicando livros de poesia, meus e de outros poetas, todavia, penso que tenho outro romance a escrever, além do Ensaio sobre a loucura e o Labirinto Emocional.”

Na verdade estou a escrever meu grande livro, há muito tempo inconscientemente, minha própria história pessoal, contudo, meu intuito Quixotesco é transcrever para o livro minha vida pública e previda, com detalhes requintados de intimidade e segredos capitais.

É verás a máxima, que deve ser minha e de muitos: “Ninguém escreve bem a vida que não viveu.”

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