UM POUCO SOBRE A PANDEMIA

Escrever sobre a pandemia, seria melhor deixar que a história se encarregue de revelar pormenores das condutas dos homens e dos governos, das instituições ligadas à ciência, etc. Contudo como calar diante de um evento desta magnitude? Eu vivi bastante tempo dentro desse abismo de contradições que tem sido até hoje, a pandemia moderna da covid-19.

Estamos em dezembro de 2020, já temos registrado, de forma oficial, segundo o ministério da saúde, 180 mil morte pela COVID. Eu estou isolado desde de março, isolado de fato, sem ir nem ao elevador do meu prédio, onde moro no primeiro andar.

Que tipo de análise posso fazer destes 10 meses de isolamento, de privação da minha liberdade de ir, como de costume, aos lugares que tanto gosto? A vida de fato deu uma virada de 360 Graus, ou pra ser exato, de 180 graus, ficamos de ponta à cabeça. De cabeça para baixo.

Tudo se passou muito rápido, pois a princípio eu pensava que devia durar poucos meses, e que não seria assim tão devastadoras as consequências da doença, contudo hoje temos um quadro dantesco, uma infecção mundial.

Embora já se tenha uma luz no horizonte, pois já tem vacina sendo aplicada na Europa, mas isso não significa que estamos perto do fim dessa tragédia global. Os governos do terceiro mundo não estavam preparados para enfrentar esta doença. Muitos não fizeram o deve de casa, com isso a população sofreu e está sofrendo bastante, por falta de gerência dos governos humanos, fracos, estúpidos e até cruéis, muitas vezes por negarem a gravidade da pandemia global.

Quem foi mais afetado? Difícil dizer, pois muitos, em qualquer faixa-etária foram vítimas fatais, famílias inteiras às vezes pais e mães, e avós, de uma mesma família sucumbiram ao vírus fatal. A desinformação foi preponderante para o aumento vertiginoso da pandemia. Ainda há desencontro de informação relevante, quanto ao procedimento correto para se evitar a doença, em muitos casos as pessoas comuns são a base de manipulação dessa desinformação estatal, especialmente no Brasil, pois seguindo ideologias de morte seguem fingindo que tudo já passou, vivem como se não houvesse vírus mortal à sua espera nas festas, em grandes aglomerações, sem necessidade real. Como, por exemplo irem à praia e bares noturnos.

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