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Alexandre de Moraes retira sigilo de inquérito sobre manifestações antidemocráticas

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O ministro do Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta segunda-feira, tornar pública a sua decisão no caso que investiga o financiamento de protestos contra a Constituição que aconteceram em Brasília no mês de abril. Moraes justificou decisão por conta de “inúmeras publicações jornalísticas de trechos incompletos do inquérito”. Segundo o jornal ‘O Globo’, a Procuradoria-Geral da República analisa o possível envolvimento de pelo menos quatro parlamentares no financiamento do movimento.

CRESCIMENTO ESPIRITUAL

É tempo de segurar a vaidade, tempo de buscar ser mais que um ego-desesperado.
O mundo está parado, pelo menos boa parte observa da janela os sonhos de tantos irmãos virando lembranças para os que ficaram.
Ainda assim, outra parte, a que agrega irmãos de toda sorte, que não amadureceram o suficiente, alguns porque não viveram experiências positivas capazes de transformar seus pensamentos e ações, não compreendem a importância da lição que estamos sendo forçados a aprender.
Nesses o ego impera desgovernado, e o que buscam é ser vistos, aplaudidos e honrados. Embora sejam conscientes da miséria do mundo, das dores profundas dos que perdem entes-queridos diariamente, não se entristecem nem lamentam a perda do outro. Vivem como se não fossem também mortais, não raro são adeptos de alguma ideologia negacionista, sofrem de atrofia emocional.
Contudo, a apatia desses não deve nos corromper, nem nos aliciar, nem nos enjaular dentro da prisão mortal do nosso próprio ego. Segurar a vaidade implica em notar o outro, não só notar mas também socorrer, acudir e cuidar.
Miserável é aquele que não tem o mínimo de empatia para perceber os que sofrem em sua volta…

Evan do Carmo

EU NÃO QUERO SER CAETANO

EU NÃO QUERO SER CAETANO

Eu não quero ser Caetano,
não sou o gênio imitador
sou como sou
homem que entra no rio
e se transforma
em tantas formas de existir.

eu não quero ser Heráclito
pré-socrático ou Platão
eu sou a soma de todos eles.
Poetas são como são
puros e controversos
sem contradição.

CANÇÃO NOVA DO POETA EVAN DO CARMO

Eu não quero ser Caetano
contudo sou Gilberto sou João
sou Tom Zé, sou Tom Jobim
você nunca ouviu falar de mim?

ÓPERA-SAMBA MÚSICA NOVA DE EVAN DO CARMO

ÓPERA-SAMBA

ERA PRA SER SÓ FAZ DE CONTA
MAS NO FIM DA PEÇA PRONTA
TUDO SE TORNOU REAL
O SAMBA QUE ESCREVI
ENREDO E FANTASIA
DE MAIS UM CARNAVAL

VOCÊ NA AVENIDA
A MUSA PREFERIDA
DO NOBRE E DO PLEBEU
ENQUANTO EU
CHORAVA A DESPEDIDA
DA ILUSÃO PERDIDA
DA PEÇA TEATRAL

PORÉM NA QUARTA-FEIRA
SEM CINZAS OU RITUAL
EU VI VOCÊ PARTIR
MAS ISSO ERA NORMAL.

AGORA, TODO ANO
PRA ESQUECER O ENGANO
EU ENSAIO UM BOLERO
NO FUNDO O QUE EU MAIS QUERO
É CHAMAR SUA ATENÇÃO.

EVAN DO CARMO

Jornalista e escritor Luiz Maklouf Carvalho morre aos 67 anos em SP

Bacharel em Direito e vencedor de dois prêmios Jabuti, ele tratava um câncer no pulmão havia dois anos.

Jornalista Luiz Maklouf Carvalho morre aos 67 anos | O TEMPO

O jornalista e escritor Luiz Maklouf Carvalho, de 67 anos, morreu neste sábado (16) no hospital AC Camargo, na região central da cidade de São Paulo. Ele tratava de um câncer de pulmão havia dois anos.

COMO NASCE UM POEMA?

De tantas maneiras, que não podemos mensurar com precisão.


Cada poeta pode definir isto, mas ao seu próprio modo de escrever poesia, contudo, deve existir uma semelhança assustadora para todos eles, no que tange às formas em que a poesia os obriga a escrever poemas.


Então devo falar sobre minha própria maneira e experiência.

Entre tantos poemas já escritos, milhares deles, devo confessar que alguns ganharam corpo e espírito com total independência, fugiram, assim, à minha vontade, desejo e modo de os trazer ao mundo.


Alguns dos poemas que escrevi foram verdadeiras alucinações passageiras, outros foram surtos psicóticos, aliás, até livros, no meu caso, nasceram desta forma.

Já outros poemas são simples em sua maneira, não raro nascem de provocações externas.

Provocado, o poeta se põe a escrever, às vezes por uma palavra ouvida, um elogio apropriado, uma injustiça verbal sofrida, por um encantamento desmedido, provocado pela beleza estética de alguém, ou mesmo, e, neste caso, também creio que seja especial para cada um, provocado pela inteligência emocional de outro ser humano ou mesmo pela crueldade da musa.

Muitos poetas caem nesta armadilha tola, a de criar uma musa sem rosto, e um amor desesperadamente platônico, com o fim único e objetivo de produzir e externar seu lirismo.

De qualquer forma, a meu ver, não temos consciência plena nem domínio sobre isso, a poesia é autônoma, é ela quem nos conduz, quem nos escolhe. Ninguém aprende a fazer poesia na escola… ´

É uma benção ou maldição pessoal…Ser poeta é não ter sossego.

DO LIVRO OBRA POÉTICA..