SERIA UM GRANDE ENREDO PARA UM NOVO LIVRO DE FICÇÃO

Mortes triplicam em Manaus e corpos são enterrados em vala comum ...
Mortes triplicam em Manaus e corpos são enterrados em vala comum

AMBIENTE: um mundo sob uma pandemia, onde a humanidade vive uma crise de identidade, forte estresse pelo excesso de informação que deixa todos em desespero. As coisas não acontecem simplesmente, elas ficam paradas no ar, nada se resolve, o medo paralisa todos, ricos e pobres experimentam a mesma desilusão, a inutilidade, a incapacidade, a prisão domiciliar, todos são impedidos de sair, de ir e vir.

Os que se arriscam correm risco de morte, milhares são enterrados todos os dias em todo o planeta, o número dos mortos em 4 meses já ultrapassa 250 mil pessoas. Pelo mundo a fora, líderes não sabem o que fazer. Alguns culpam outros pelos seus fracassos, esse comportamento causa nos homens comuns uma insegurança global, e favorece o surgimento da intolerância generalizada em todo mundo. Não seria exagero afirmar que o desfecho de tudo pode ser uma guerra mundial.

Em contrapartida, no meio desse abismo indescritível surgem pessoas e atitudes humanas capazes de produzir um lampejo de esperança para encontrar a saída deste caos em que se encontra toda a humanidade. Pessoas aparecem se oferecendo para ajudar, muitos abrindo mão de sua própria vida, pondo em risco sua segurança para alimentar famintos, pessoas vulneráveis que estão a mercê da própria sorte.

Servidores da saúde que estão na linha de frente dessa guerra são os mais afetados, muitos já morreram vítimas do vírus que mata sem discriminação, jovens e velhos, ricos e pobres todos estão nas estatísticas globais.

Como anunciado pelos cientistas, o vírus afeta mais diretamente os idosos e pessoas com doenças crônicas. Com isso os poetas, escritores e músicos idosos foram os primeiros a morrerem deixando assim uma lacuna imensa na cultura do mundo.

Há quem diga que a humanidade ao sair dessa crise sairá mais forte, mais justa e mais humana. Será?

CORRIGIR A ROTA requer sabedoria emocional

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Corrigir a rota exige força moral, coragem, poder de decisão e humildade para admitir que saímos do roteiro traçado. Se saímos da rota por descuido ou por fraqueza pouco importa, quem tem bom senso aceita orientação e, sobretudo correção de caráter. O Fato é que nos seres humanos, mesmo nos mais bem-intencionados, essa questão de humildade é quase um mito.

Todos querem atinge a plenitude da humildade, contudo se confunde muito humildade mental com pobreza de espírito. Sempre quando precisamos dar conselhos, sempre pensando no bem-estar de outros, quase sempre quebramos a cara, ou sentimos uma decepção desmedida, pois quem antes parecia humildade, especialmente quando desejava nos mostrar alguma coisa em nosso caráter, que segunda ela necessitava de ajuste, agia com maestria e perfeição moral, era meiga, bondosa e altruísta, mas quando papel se inverte, lamentavelmente tudo se complica, quem antes dava conselhos com ares de grandeza de espírito, agora se revela descompensado e sem nenhuma percepção humana do que significa humildade mental de um discípulo interessado em aprender, em descobrir os mistérios da vida.  Todavia, o papel de mestre é de fato o que mais almejamos, ser ensinado parece desonra para muitos.

Diz um provérbio que quem tenta ensinar o tolo corre risco de morte, isso é um fato comprovado por todos aqueles, que por boa intenção pensou algum dia que poderia ser conselheiro no lugar de aluno no jardim de infância que a nossa existência.

Muito teremos ainda pra falar sobre esse tema, mas tudo está implícito no que foi dito, é o orgulho a nossa imensa Pedra no Caminho, nosso Calcanhar de Aquiles. Nosso ponto fraco reside justamente no fato de ignorarmos uma verdade fundamental: os que sabem se conduzir entre rochedos e espinhos, antes tiveram que naufragar ou se ferir para aprender desviar dos perigos desta vida. Isso é uma verdade que nenhum argumento externo nos convence do contrário.

É aí que entra a nossa maturidade emocional herdada ou adquirida com as nossas vivências. Ou a temos ou não a temos, quem a possui aprende com os erros dos outros, aceita conselhos e corrige o curso. Quem não a tem avança sobre seus próprios rochedos e espinhos até se convencer da verdade suprema: “Quem é sábio escuta conselhos, o tolo segue em frente e colhe as consequências das suas escolhas egoístas.”

Evan do Carmo

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NEUTRALIDADE- PARA MANTER A SENSATEZ E A SAÚDE EMOCIONAL

Eu tenho AVERSÃO à política, especialmente nesse tempo em que as pessoas estão emocionalmente afetadas por conta da covis-19…parece que todos estão loucos.


Mesmo quem não devia se envolver está sendo levado nessa enxurrada. Essas pessoas, que antes eram neutras e mais sensatas, estão agora se envolvendo, deixando que esse lixo os atinjam.. Nessa atual situação em que o mais importante é cuidar saúde mental, da nossa e dos outros, a neutralidade aconselhada pelo Cristo, que também viveu tempo parecido deve ser uma proteção, uma questão de sobrevivência.


Isso acontece especialmente no Brasil, pois aqui tudo é motivo para divisão e discórdia, até mesmo um caso tão sério quanto o fato de sete mil pessoas morrerem vítimas passivas da COVID-19. Com isso, há os que usam este caos para fazer disso luta ideológica…

verdade que o mundo todo está à deriva, ninguém sabe exatamente o que fazer, nem tampouco sabem quais as reais consequências dessa tragédia moderna. Temo, que na verdade, pelo menos aqui no Brasil, as pessoas não estão se tornando melhores, não essas que estão fazendo de um caso de saúde tão sério e incontrolável razão para discussão política e para praticar a intolerância e até mesmo violência.
Evan do Carmo

Ator Flávio Migliaccio morre em Rio Bonito

Flavio Migliaccio em cena de 'Casos & Acasos' (2008) — Foto: Kiko Cabral/Globo
Seu último trabalho na Globo foi na novela ‘Órfãos da Terra’, exibida em 2019.


O ator Flávio Migliaccio, de 85 anos, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (4) em um sítio de Rio Bonito (RJ). Ele era natural de São Paulo, onde nasceu no bairro do Brás, em 26 de agosto de 1934.

A informação da morte foi confirmada pelo 35º Batalhão de Polícia Militar.

O último trabalho do ator foi como o personagem Mamede Al Aud, em “Órfãos da Terra”, da TV Globo, em 2019. Ele também atuou em “Êta Mundo Bom!” (2016), “Passione” (2010) e “Caminho das Índias” (2009) e “América” (2005).

Migliaccio começou na emissora em 1972, quando ficou conhecido pelo papel de Xerife, na novela “O Primeiro Amor”. O personagem fez tanto sucesso que, no mesmo ano, deu origem ao seriado “Shazan, Xerife e Companhia”, estrelado também por Paulo José.

Avaliação positiva de Bolsonaro cai abaixo dos 30% pela primeira vez, mostra pesquisa do mercado financeiro

Infomoney – Uma semana após a demissão do ex-juiz Sérgio Moro do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o governo Jair Bolsonaro registra seus piores níveis de avaliação junto ao eleitorado. É o que mostra a nova rodada da pesquisa XP/Ipespe, realizada entre 28 e 30 de abril.

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